Arquivo de Junho, 2008

O que esperar da vida?


Nada!
A vida pede atitude,…
ela espera de nós!
Somente com ação podemos ver a reação,
ninguém vai ganhar na loteria se não jogar,
ninguém vai colher o que não plantou.
O que esperar da vida?
Nada!
O luto não vai acabar,
se você ficar remoendo imagens,
se não der alívio para a sua alma.
O amor não vai chegar,
se você não se abrir amorosamene para o novo.
O trabalho não vai vir te procurar,
ele espera a sua atitude.
O que esperar da vida?
Quem espera alguma coisa, nada alcança.
Quem corre atrás dos seus sonhos,
quem quer a fruta mais gostosa da árvore,
pode até não conseguir apanhá-la,
mas com certeza, com paciência e determinação.
a fruta vai ficar madura e cair no chão,
prêmio saboroso para quem não desistiu.
A vida pede persistência, dedicação e amor.
Não espere nada da vida,
plante sonhos, cultive sementes amorosas,
regue as mudas da alma,
e colha flores e frutos
amadurecidos pela experiência do viver,
conquista de ser melhor a cada dia,
ser mais você!
 

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A Ãrvore generosa

 Do original de Shel Silvertein, Adaptado por Fernando Sabino

Era uma vez uma Árvore que amava um Menino.E todos os dias, o Menino vinha e juntava suas folhas.E com elas fazia coroas de rei.E com a Árvore, brincava de rei da floresta.Subia em seu grosso tronco, balançava se  em seus galhos!Comia seus frutos.E quando ficava cansado, o Menino repousava à sua sombra fresquinha.

O Menino amava a Árvore profundamente.E a Árvore era feliz!Mas o tempo passou e o Menino cresceu!Um dia, o Menino veio e a Árvore disse:"Menino, venha subir no meu tronco, balançar senos meus galhos, repousar à minha sombra e ser feliz!""Estou grande demais para brincar", o Menino respondeu. "Quero comprar muitas coisas. Você tem algum dinheiro que possa me oferecer?""Sinto muito", disse a Árvore, "eu não tenho dinheiro.

Mas leve os frutos, Menino. Vá vendê-los na cidade, então terá o dinheiro e você será feliz!"E assim o Menino subiu pelo tronco, colheu os frutos e Levou-os embora.E a Árvore ficou feliz!Mas o Menino sumiu por muito tempo…E a Árvore ficou tristonha outra vez.Um dia, o Menino veio e a Árvore estremeceu tamanha a sua alegria, e disse: "Venha, Menino, venha subir no meu tronco, balançar-se nos meus galhos e ser feliz"."Estou muito ocupado pra subir em Árvores", disse o menino."Eu quero uma esposa, eu quero ter filhos, pra isso é preciso que eu tenha uma casa.

Você tem  uma casa pra me oferecer?""Eu não tenho casa", a Árvore disse. "Mas corte meus galhos, faça a sua casa e seja feliz."O Menino depressa cortou os galhos da Árvore e levou-os embora pra fazer uma casa.E a Árvore ficou feliz!O Menino ficou longe por um longo, longo tempo, e no dia que voltou, a Árvore ficou alegre, de uma alegria tamanha que mal podia falar."Venha, venha, meu Menino", sussurrou, "Venha brincar!""Estou velho para brincar", disse o Menino, "e estou também muito triste.""Eu quero um barco ligeiro que me leve pra bem longe.Você tem algum barquinho que possa me oferecer?""Corte meu tronco e faça seu barco", a Árvore disse.

"Viaje pra longe e seja feliz!"O Menino cortou o tronco, fez um barco e viajou.E a Árvore ficou feliz, mas não muito!Muito tempo depois, o Menino voltou."Desculpe, Menino", a Árvore disse, "não tenho mais nada pra te oferecer. Os frutos já se foram.""Meus dentes são fracos demais pra frutos", falou o Menino."Já se foram os galhos para você balançar", a Árvore disse."Já não tenho idade pra me balançar", falou o menino."Não tenho mais tronco pra você subir", a Árvore disse."Estou muito cansado e já não sei subir", falou o Menino."Eu bem que gostaria de ter qualquer coisa pra lhe oferecer", suspirou a Árvore.

"Mas nada me resta e eu sou apenas um toco sem graça. Desculpe…"Já não quero muita coisa", disse o Menino, "só um lugar sossegado onde possa me sentar, pois estou muito cansado.""Pois bem", respondeu a Árvore, enchendo-se de alegria.""Eu sou apenas um toco, mas um toco é muito útil pra sentar e descansar.""Venha, Menino, depressa, sente-se em mim e descanse."Foi o que o Menino fez. E a Árvore ficou feliz!A AMIZADE É UM SENTIMENTO QUE SE LEVA PARA SEMPRE… 

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12 passos para evitar o estresse

 1º NÃO COMECE O DIA ATERRORIZADOAcorde todos os dias com a sensação de que é sextafeira.

2º NÃO OCUPE PLENAMENTE O SEU TEMPO LIVRESe já tem um segundo emprego, não aceite um terceiro.

3º NÃO FAÇA COMPRAS NO HORÁRIO DE PICOOs supermercados podem ser uma boa ajuda para incrementar o seuestresse ao fazer compras em horários de pico (eviteos).

4º COMPREENDA AS CRIANÇASLembreseque você já foi uma.

5º NÃO ESTABELEÇA EXPECTATIVAS MUITO ALTASO esforço em demasia leva a resultados imperfeitos.

6º PREOCUPAÇÃO TÊM FIMFaça um esforço para descobrir as coisas que podem intensificar a suaalegria e os seus sentimentos de harmonia.

7º NÃO SOFRA EM SILÊNCIODividir os problemas com os outros reduz enormemente a pressão.

8º SEMPRE ELOGIE O BOM TRABALHO DAS CRIANÇASUma criança feliz acalenta a alma.

9º NÃO COMUNIQUESESOMENTE ATRAVÉS DO COMPUTADORSempre que possível converse com as pessoas.

10º EVITE CONFLITOS INÚTEIS.Com o seu par, faça uma lista de hábitos negativos e irritantes do outro.Lutem juntos para vencêlos.11º FRENESI DE MUDANÇAMude lentamente.A direção é mais importante que a velocidade12º FIMNão existe Fim.O que existe é uma oportunidade de começar novamente. 

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Frase

A palavra errada no momento errado faz as coisas tomarem um rumo diferente do qual desejamos.

Arcise

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PREVIDÊNCIA VERSUS POUPANÇA

O jornal carioca traz em sua edição de domingo uma reportagem curiosa, que tenta mostrar que se os trabalhadores pudessem aplicar a quantia que recolhem ao INSS, seria possível, em alguns casos, acumular fortunas e conseguir, só com rendimentos e juros, “aposentadoria” muito maior do que a concedida pelo governo.

Cálculos com base nos critérios da Previdência mostram que trabalhador que tivesse contribuído por 35 anos sobre três salários mínimos — média de renda nas grandes capitais, segundo o IBGE — teria, ao parar de trabalhar, aos 55, aposentadoria de R$ 690,41. Se a mesma quantia estivesse na poupança, que em 2007 rendeu em média 0,6% ao mês (para o cálculo, foi usada média 0,5%), ele teria acumulado R$ 354 mil e poderia sacar R$ 1.773,76 ao mês — ou seja, R$ 1.083,35 a mais, só de juros, sem mexer no total.Os números são mais impressionantes, segundo o jornal, quando se considera opção com ganho maior, como fundos de renda fixa, que, em 2007, renderam 11,26% ao ano, em média. Com rentabilidade mensal de 1%, o trabalhador acumularia, ao longo de 35 anos, a fortuna de R$ 1.601.308,91. Nesse caso, poderia sacar mensalmente, após esse período, R$ 16.013,09, sem mexer no dinheiro poupado. Os cálculos são do advogado e contador Claudio Vale Oliveira Freire, da GVS Consultoria, consideram alíquota de 20% (contribuintes individuais). 

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Pai Perdoa-me

Pai, perdoa-me
pelas vezes que sentei ao seu lado, mas não ouvi o que dizias…

Pai, perdoa-me

pela visita rápida de fim de tarde, antes do jantar de domingo…

Pai, perdoa-me

pela pouca paciência, quando querias aconselhar-me nos negócios…

Pai, perdoa-me

por achar que tuas ideias já estavam ultrapassadas…

Pai, perdoa-me

por ignorar tua experiência de vida…

Pai, perdoa-me

pela minha falta de tempo para passar contigo…

Pai, perdoa-me

pelo teu convite que recusei porque ia sair com meus amigos…

Pai, perdoa-me

pela minha insensibilidade na hora da tua dor…

Pai, perdoa-me

pelas vezes em que meus filhos não te trataram com o respeito que merecias…

Pai, perdoa-me

pelo abraço que não te dei, pelo carinho que não te fiz…

Pai, perdoa-me

por não ter reconhecido em ti o próprio Cristo…

Pai, abençoa-me…

Autor desconhecido

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História do lápis

O menino olhava a avó escrevendo uma carta.

O menino perguntou:

- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?

A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:

- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.

O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.

- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

'Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade'.

'Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.'

'Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça'.

'Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.'

'Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação'.

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ANTES DE CONDENAR…

          Conta o escritor Stephen Covey, em um de seus livros, um fato ocorrido com ele, numa manhã de domingo, no metrô de Nova York.

        As pessoas estavam calmamente lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma e tranqüila.

        Subitamente, um homem entrou no vagão do metrô com os filhos. As crianças faziam algazarra e se comportavam mal. O clima mudou instantaneamente.

        O homem sentou-se ao lado de Stephen e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situação.

        As crianças corriam de um lado para o outro, atiravam objetos e chegavam a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos.

        Mesmo assim o pai não fazia nada.

        Para Stephen era quase impossível evitar a irritação. Ele não conseguia acreditar que ele pudesse ser tão insensível a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito, sem tomar uma atitude.

        Dava para perceber facilmente que as demais pessoas também estavam irritadas.

        A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, Stephen virou-se para o homem e disse: Senhor, seus filhos estão perturbando muitas pessoas. Será que não poderia dar um jeito neles?

        O homem olhou para Stephen, como se estivesse tomando consciência da situação naquele exato momento, e disse calmamente: Sim, creio que o senhor tem razão. Acho que deveria fazer algo. Acabamos de sair do hospital, onde a mãe deles morreu há uma hora… Eu não sei o que pensar, e parece que eles também não sabem como lidar com isso.

        Nós podemos imaginar como Stephen se sentiu naquele momento…

        Diante da resposta inesperada, ele passou a ver a situação de um modo diferente. E como via diferente, pensava, sentia e agia de um jeito diferente.* * *

        Quantas vezes nós vemos, sentimos e agimos de maneira oposta à que deveríamos, por não perceber a realidade que está por trás da cena.

        No mundo conturbado em que vivemos, pensando quase exclusivamente em nós próprios, muitas dores e gemidos ocultos passam despercebidos, e perdemos a oportunidade de ajudar, de estender a mão.

        Por isso, é importante que cultivemos em nós a sensibilidade para perceber a dor oculta e amenizar a aridez da vida ao nosso redor.

        Geralmente o que fazemos é condenar, sem a mínima análise da realidade de quem está passando por árduas dificuldades.

        No entanto, é tão bom quando alguém percebe nossas dores e sofrimentos que não ousamos expressar…

        É tão agradável quando alguém nota que estamos atravessando momentos difíceis e nos oferece apoio…

        É tão confortador encontrar alguém que leia em nossos olhos a tristeza que levamos na alma dilacerada, e nos acene com palavras de otimismo e esperança…

        As pessoas têm maneiras diferentes de enfrentar o sofrimento. Umas se desesperam, outras ficam apáticas, muitas se tornam agressivas, algumas fogem…

        Por tudo isso, não devemos julgar a situação pelas aparências, porque podemos nos enganar.

        No caso do metrô, após saber o que realmente estava acontecendo com aquele pai e seus filhos, o coração de Stephen tomou-se de compaixão.

        Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar? -  Essa foi a atitude daquele que estava prestes a ter um ataque de nervos.

        Seus sentimentos mudaram. E mudaram porque ele soube da verdade que se escondia por trás da aparente indiferença de um pai que não sabia como lidar com o próprio sofrimento…

        Pensemos nisso!

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Invasão do Marketing

Naquela manhã, após levantar-se do vaso sanitário de seu banheiro, o Diego recebe uma mensagem simpática de sua válvula de descarga eletro-química, lembrando-o dos benefícios de usar o papel higiênco Hiper-Soft. Na verdade, a descarga oferece um kit completo com um brinde e quatro rolos do papel, por um preço super bacana, que pode ser entregue em sua casa em menos de 1 hora. Para isto, bastaria que o Diego pressionasse o botão da descarga com o polegar direito.

Neste exato momento, a mãe do Diego e alguns dos seus principais amigos são avisados de que o rapaz havia acabado de se levantar do vaso. Sua mãe bate à porta de sua casa, sorridente, para lembrar de que o melhor papel é realmente o Hiper-Soft.

Dona Carola, mão do Diego, assim como seus amigos, recebem Soft-Créditos cada vez que atendem ao aviso da fábrica de papel higiênico, e vão à casa do Diego divulgar a marca. A maioria das pessoas não dá muita importância a isto, mas a mãe do Diego gosta de juntar seus créditos, para trocá-los por músicas no HW.

Ah, sim! Você não deve ter me entendido… HW significa “Hello World”. O HW é uma espécie de Internet, sem a lentidão banda larga de antigamente, através da qual se assistem filmes, shows e noticiários em altíssima definição de imagem e som. Também, através do HW é possível se comunicar com outras pessoas através de vídeo ou áudio conferências. No HW, as pessoas mantém um super perfil pessoal com a sua história diária, fotos automáticas de seu cotidiano pela casa, gravações de suas comunicações com seus amigos, histórico das compras realizadas durante a vida, músicas ouvidas, programas assistidos, e até um mapa de seus olhares para a tela do HW. Algo muito parecido com o que se fazia lá pelo antigo e saudoso Orkut (você ainda se lembra?).

Seus amigos podem acessar o seu perfil no HW em níveis diferentes (com maior ou menor intimidade) que o Diego pode definir no momento em que os anexa a seu perfil, podendo alterar este nível a qualquer momento.

O HW do Diego é uma enorme tela de Plasma II, que toma grande parte da maior parede de sua sala e uma boa parcela de uma das laterais do quarto. Também, existem pequenas telas de HW por toda a casa. O sucesso do HW se deve ao baixíssimo custo das telas feitas com tecnologia Plasma II, que custam um décimo do valor das antigas televisões. As pessoas enchem a casa com estas telinhas conectadas à rede mundial.

Cada vez que o Diego faz uma compra em uma loja, pode anexar esta loja a seu perfil pessoal, também escolhendo o nível de acesso que esta loja possui a suas informações, assim como faz com seus amigos. Para isto, a loja deve solicitar sua permissão, e o Diego precisa aceitar em sua tela de HW, quando chega em casa, mesmo depois de aceitar em seu HW pessoal (algo parecido com os antigos celulares).

Quanto maior o nível de acesso que o Diego dá para as lojas, mais benefícios ele tem na hora da compra. As lojas utilizam o perfil de HW de pessoas como o Diego para escolher seus melhores clientes potenciais, após uma profunda análise de seus hábitos. Se o Diego for um cliente potencial perfeito, terá uma série de benefícios e uma atenção profunda destas empresas.

Há mais ou menos um ano, uma destas lojas chegou a arrumar uma namorada pro Diego, que andava muito triste, consumindo pouco, por crise existencial. O namoro continua indo muito bem, até hoje!

As lojas têm o direito de estender seu acesso ao perfil do Diego para seus fornecedores.

Daí, cada vez que o Diego espirra em casa, a Sparky, marca sueca de vacinas anti-gripais que fornece produtos para a drogaria da qual o Diego é cliente, faz a conexão automática entre o HW do Diego e todos os seus amigos anexados que alguma vez já consumiram os produtos Sparky. Desta forma, seus amigos podem trocar sugestões de forma natural com o Diego, e sugerir seu produto anti-gripal preferido (Sparky).

O Diego, assim como todos os seus amigos, são bastante conscientes destas artimanhas de marketing, e na verdade, já aprenderam a conviver de forma simbiótica com elas.

Aos quatro anos de idade, o Diego, com permissão de sua mãe, recebeu uma sessão de neuro-interferência subliminar, que o fez, desde então, ter uma vontade compulsiva por beber Next-Cola. Por esta interferência neural, a Next-Cola paga de forma vitalícia, toda a estrutura da cozinha do Diego, atualizando todos os eletrodomésticos a cada dois anos.

O Diego pode, a qualquer momento, desfazer este acordo. Mas… O problema é que ele é louco por Next-Cola… Por que iria desfazer este excelente acordo?

Afinal, esta é a única razão pela qual ele e seus amigos estão vivos, não é? Viver e morrer pelas marcas e empresas. Cada vez que a empresa para a qual o Diego e seus amigos torcem ganha espaço no mercado mundial, eles comemoram como se fazia antigamente nos jogos de futebol, levantando bandeiras e cantando hinos.

Dizem que, no ano que vem, a “alvi-rubra” Coca-Cola talvez saia da segunda divisão… Quem sabe? O futuro ao marketing pertence…

Rico de Moraes

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Fato Verídico

No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
 
- Quantos rins nós temos?

 
- Quatro! Responde o aluno.

 
- Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles que se comprazem em
 tripudiar sobre os erros dos alunos.
 
-Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala - ordena o professor a
 seu auxiliar.
 
- E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
 O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o 'Barão de Itararé'.
Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:

 
- O senhor me perguntou quantos rins 'nós temos'. 'Nós' temos quatro: dois
 meus e dois teus. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.'
Moral: A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento! Ás vezes as
pessoas, por terem um pouco mais de conhecimento ou acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros…
E haja capim!!!

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