Jogo dos Sete Erros do Dr. Bactéria
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Por Fernando Puga • 24/10/2003
"Os homens não fazem idéia do que é ter que segurar a bolsa com a boca, se equilibrar em posição de agachamento – o que é quase uma ginástica —, se preocupar em não arrastar a barra da calça no chão e, ainda, desenvolver uma técnica especial para apertar o botão da descarga com o pé, afinal esses banheiros são sempre imundos e tenebrosos", protesta a dentista Carolina Sampaio. A estudante Silvia Rebello endossa o coro das descontentes. "Não é uma coisa tão simples, não é só fazer xixi. A gente nem sabe o que pode acontecer lá dentro. É quase uma expedição", diz.
Para fugir do tormento e não usar o amedrontante banheiro da rodoviária de São Paulo, a jornalista Célia Ribeiro preferiu segurar mais um pouquinho e fazer o seu xixi no sossego de casa. Mas o metrô demorou um pouquinho além da conta e… "Dentro do trem já comecei a sentir um aperto muito grande", lembra. "De repente, pensei comigo: 'não vou conseguir fazer mais nada, estou paralisada'. Só pensava em fazer o meu xixi. Virei para a senhora que estava sentada do meu lado e disse: 'levanta!". Ela perguntou porquê e eu só respondia, cada vez mais desesperada: 'levanta!'. Ela levantou e eu comecei a fazer xixi ali mesmo. Foi terrível, ficou tudo empoçado no banco, mas eu estava quase explodindo", confessa, envergonhada.
"Os banheiros de estrada são os piores", afirma a publicitária Olívia Teixeira. E eles pecam não só pela limpeza: "Uma vez, voltando de viagem, parei em um posto de gasolina para fazer xixi. Mas o banheiro estava tão sujo e o cheiro tão insuportável que eu nem consegui entrar. Decidi segurar mais um pouquinho para ir ao posto seguinte. Mas tiveram o mau gosto de colocar uma imagem de São Sebastião dentro do banheiro! Eu, sentada na cabine, e aquele santo me olhando! Peguei papel, voltei pro carro, andei mais uns dez quilômetros, parei na estrada e fiz no acostamento mesmo", conta.
Para a artista plástica Angela Cury, sortudos são os homens, que só precisam abrir a braguilha e pronto. "É muito mais prático! Para nós, mulheres, não tem coisa pior. Principalmente depois de umas e outras, ter que se equilibrar para não sentar, ainda se preocupando em não se molhar toda é o que há de mais indigesto", diz. Em alguns lugares isso já não acontece. Por menos de R$ 1,00, qualquer mulher pode fazer xixi de pé. Sob o slogan "Mais liberdade, mais saúde, mais higiene", o publicitário Luis Fernando Monteiro idealizou o HigFly, um cone de papel descartável com formato anatômico que permite à mulher fazer xixi de pé. O produto começou a ser testado, com sucesso, em banheiros femininos de Salvador e, desde então, vem aliviando bexigas por todo o país. "Pagaria até mais para poder fazer xixi despreocupada", diz a estudante Camila Nogueira.
A psicóloga Marlúcia Pessoa explica que, além dos fatores anatômicos, o lado cultural também é responsável por tanta dificuldade. "A mulher é sempre tida como mais frágil, não pode pegar doenças, não pode se expor. A mãe que leva a filha pequena ao banheiro age de maneira bem diferente da que age com o filho que, por ventura, acabe precisando se sentar. Com ele, a preocupação da mãe está mais ligada em apenas acompanhá-lo. Evidente que há a preocupação com a higiene, mas com a filha existe um ritual e um cuidado muito maior. Isso pode acabar imprimindo até mesmo um trauma".
A cineasta Ana Carolina conta que foi exatamente uma situação traumática, assistida por ela, a fonte de inspiração para seu longa metragem "Mar de Rosas", de 1977. "Fazer xixi em público, seja moça, mulher ou menina, é o auge da contravenção!", diz. "Eu tinha uns doze anos e era bandeirante. Uma vez estava em Curitiba, em um acampamento internacional, e teve uma missa campal com o bispo e o governador do Paraná. Tinha uma menina que estava ao meu lado com o missal na mão e eu vi que ela estava meio tremendo. Comentei com uma amiga de infância que estava ao meu lado: 'acho que ela vai ter um treco'. A menina deu um passo a frente, largou o missal, ergueu a saia e fez xixi, na missa campal! Ela foi carregada para fora, uma coisa horrível. O governador viu, o bispo viu. Eu fiquei tão impressionada com aquilo que acabei me inspirando naquela menina para fazer um filme".
A publicitária Rita de Souza também se queixa de outros fatores angustiantes: "O pior é no frio, ter que tirar a roupa toda, meia-calça… Dá uma preguiça insuportável. Só vou quando não agüento mais". Mas o urologista Wagner de Avila alerta que prender o xixi por um longo período de tempo pode acarretar uma série de complicações, muito mais sérias do que qualquer medo de banheiro: "Desde retenção urinária (incapacidade de fazer xixi), dor ao urinar, cistites (inflamações e/ou infecção da bexiga) e até hematúria (urina com sangue)", explica ele. O melhor mesmo é enfrentar o problema. "É muito importante urinar no máximo a cada três horas, pois uma das funções mais importantes da bexiga é o esvaziamento, porque com ele acontece a limpeza das bactérias que, porventura, estejam poluindo o trato urinário ou a vulva", completa a urologista Sylvia Marzano.
O pavor é tanto que até mesmo lendas e mistérios cercam o universo feminino na hora de fazer xixi em lugares públicos. Maria da Penha Gomes, responsável pela manutenção do banheiro feminino do Mercadinho São José, um complexo de bares localizado no bairro de Laranjeiras, na zona sul do Rio, conta que já ouviu histórias dignas de filmes de terror. "Tem a história da mulher que entrou na cabine e nunca mais saiu. E também a da moça que foi se equilibrar para fazer xixi, caiu, quebrou o vaso e perdeu a virgindade. Mas isso tudo é história". Dona Penha conta ainda que costuma notar os hábitos de quem entra e sai do banheiro e afirma que, não raro, passam-se noites inteiras em que, apesar do movimento intenso do banheiro, nenhuma mulher se senta ao vaso. "Que no final das contas acabam ficando limpinhos!", comemora.
Fernando Puga
Escolha bem as panelas e as vasilhas plásticas para preservar os alimentos
Numa entrevista sem alarmismos, ela apresenta uma série de curiosidades sobre as panelas de alumínio, inox ferro e barro, além de dar dicas para você aproveitar ao máximo os nutrientes que consome. Em geral, não temos nenhuma preocupação grave quanto aos utensílios. Caso contrário, já teríamos metade de população morta ou com câncer terminal , tranqüiliza a especialista.
1. O recipiente interfere nas propriedades nutricionais dos alimentos?
Não. Mas manter alimentos armazenados em utensílios de alumínio ou ferro pode pôr em risco alguns nutrientes, como vitamina C e vitamina E, que se oxidam na presença de ferro ou alumínio.
2. As panelas de ferro realmente ajudam no combate de anemia?
É muito pouco de ferro que se desprende das panelas e que pode ser absorvido. Portanto, não devemos considerar que o uso dessas panelas pode servir como fonte do nutriente. Devemos incluir na alimentação opções que contenham ferro, garantindo o fornecimento do mineral ao organismo.
3. Há algum material que pode prejudicar a saúde?
É muito difícil afirmar que uma pessoa ficou doente por causa do mau uso de um utensílio ou de determinado material. A legislação já determina quais os materiais podem ser adequados, sem riscos.
4. Esquentar os congelados em recipientes plásticos faz mal?
Algumas pesquisas hoje indicam que este procedimento faz com que substâncias dos recipientes plásticos migrem para o alimento, mas dizer que isso faz mal é outra coisa. Ainda não existem estudos que comprovem essa idéia.
5. As vasilhas plásticas que vão ao microondas têm potencial cancerígeno?
As substâncias que migram do plástico ao alimento quando aquecidos possuem potencial carcinogênico. Mas ainda não sabemos se essas substâncias são absorvidas e, menos ainda, se isso ocorre em quantidade realmente ameaçadora. Na dúvida, no entanto, prefira usar recipientes de louça ou refratários.
6. Quais as vantagens das panelas de inox em comparação às de alumínio?
O inox é um pouco mais caro, mas apresenta várias vantagens: mantém a temperatura por mais tempo, é mais fácil de limpar e mais versátil. Alguns alimentos não podem ser feitos em panelas de alumínio porque oxidam e escurecem (caso do purê de maçã, por exemplo). Mas não podemos dizer que o alumínio migra das panelas para o alimento, causando uma doença. Sabemos que há migração e sabemos que o alumínio é tóxico ao organismo. Mas não sabemos se ele será absorvido pelo intestino e, isso ocorrendo, se o organismo irá sofrer com ele ou eliminá-lo antes de fazer mal.
7. As panelas de barro oferecem algum risco á saúde?
Não, elas podem inclusive deixar migrar alguns minerais bons para a saúde. Mas isso é muito pouco e também não interfere no cálculo nutricional.
8. A tintura usada em algumas embalagens (com a dos lanches industrializados) pode fazer mal?
A legislação obriga as indústrias a produzir embalagens para alimentos dentro de normas técnicas que impeçam que estes corantes façam mal a saúde.
Segundo um pesquisador de Florianópolis, basta tomar algumas gotas diárias de PRÓPOLIS para que o mosquito nem se aproxime! Ninguém divulga porquê não há interesse, a própolis é barata e não enriquece ninguém, as indústrias farmacêuticas ganham fortunas com remédios para amenizar os sintomas da dengue, a Johnson ganha fortunas vendendo o Off, que é repelente de insetos…
Biólogo explica como usar Própolis contra Dengue
Publicado em 02/04/07
O biólogo Gilvan Barbosa Gama, de Florianópolis, explica como usar a própolis contra a dengue.
Segundo ele, a própolis exala na sudorese dois dos seus princípios ativos (flavona e vitamina B) que repelem os insetos.
Composição da Própolis
A própolis é uma cera produzida pelas abelhas a partir cascas, resinas e botões de flores.
Sua composição: além das vitaminas do complexo B, C, H e O, a própolis também possui em sua composição a Flavonóides, galangia, resinas com bálsamo, cera e pólen.
Uso Preventivo
A tintura de Própolis na prevenção aos mosquitos da dengue, deve ser ingerida da seguinte forma:
Adultos: de 30 a 40 gotas diluídas em água (ausente de cloro). Um copo a cada 6hs.
Crianças: crianças de 0 a 10 anos deverão tomar a metade do peso corporal em gotas diluídas em água sem cloro (quantidade a critério).
Uso com a Dengue Instalada (TRATAMENTO RADICAL)
Adultos: tomar 7,5ml do extrato de própolis diluído em água (sem cloro). 1/2 copo na crise febril, ou seja, quando a febre se mostrar mais elevada. A partir daí, repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
Crianças:- crianças de 0 a 3 anos: 1,5 ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade da água a critério) quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
- crianças de 3 a 6 anos: 3,0 ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério) quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
- crianças de 6 a 10 anos: 5,0ml do extrato de própolis diluído em água sem cloro (quantidade de água a critério) quando a febre se mostrar mais severa. A partir daí repetir esta mesma dosagem mais 3 vezes a cada 2hs.
OBSERVAÇÕES IMPORTANTÍSSIMAS
Gilvan alerta, para não esquecer de fazer o teste ALÉRGICO para ver se quem vai tomar a própolis não é alérgico a ela. É muito rara esta sensibilidade mas pode ocorrer.
Caso queira trocar a água sem cloro pela água de coco, é uma excelente pedida.